Separados pelo mar e pelos números

Viagem para o Pico - Pedalaçores9.080.000 Euros é o o valor do contrato entre o governo regional dos Açores e a Hellenic Seaways para garantir a operação dos barcos inter-ilhas durante o verão de 2013 e 2014. Apesar do valor “reduzido” é muito dinheiro.

Para a operação de 2013, a Atlanticoline avança com 4% de redução no transporte de passageiros nas suas 487 viagens previstas (Jornal Terra Nostra, 11 de outubro de 2013). Como não podia deixar de ser, “a crise” foi apontada como um dos fatores que contribuiram para esta redução, entretanto, depois de navegar por todas as ilhas possíveis a bordo do Express Santorini e do Hellenic Wind não consigo deixar de olhar para este montante, 9 milhões, e ficar curioso. Continuar a ler

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O Pedal’Açores em números (P.2)

Pilar - Ponta Delgada - PedalaçoresDepois de terminada a primeira edição do Pedal’Açores ficam aqui os números mais curiosos da nossa grande aventura a passar por paisagens maravilhosas, pessoas interessantes e carregada de momentos de muita reflexão sobre a mobilidade no nosso maravilhoso arquipélago no meio do Atlântico.

Neste momento estamos a compilar informação e em breve prometemos publicar aqui no nosso blog algumas reflexões mais profundas sobre a questão da mobilidade nos Açores.

Como sabem não foi possível ir ao Corvo porque não era garantido poder voltar, havia muitos passageiros na viagem de volta, de maneira que não era garantido espaço para a bicicleta (?!?!) na viagem de regresso. Por isso este ano foram “só” oito ilhas, entretanto, na próxima edição do Pedal’Açores vai ser diferente.

Ficam aqui os números do Pedal’Açores 2013:

8 ilhas;

1.110 quilómetros percorridos de bicicleta;

84 horas e 22 minutos de pedaladas;

12 parques de campismo;

6 casas de amigos para pernoitar e pôr a conversa em dia;

888 milhas náuticas;

24.801 metros de ascenção a pedalar;

31 dias na estrada a pedalar;

1.263 metros de ascenção a caminhar;

11 turistas a conhecer os Açores a pedalar;

10 nacionalidades;

4 barcos diferentes;

4 calços de travões;

1 pneu furado;

2 raios partidos;

1 visita ao Bike Doctor;

2 viagens de camioneta;

3 festivais;

1 mosca engolida;

4 entrevistas;

Muitos pacotinhos de massa instantânea e barrinhas energéticas;

Vários litros d’água;

Centenas de golfinhos;

Dezenas de Pedalaçorian@s de todas as idades;

Muita gente feliz!

Mind the gap!

Realmente é muito melhor viajar pelo mundo do que sobre o mundo. Custa é começar e como um dia tinha que acontecer decidi fazer um “test-drive” até São Miguel e ver como é que a bicicleta iria se comportar com a carga do material todo. Na verdade acho que foi uma desculpa. Queria mesmo era fazer uma surpresa à Ana. Continuar a ler