Qual a medida do respeito?

Desde os tempos mais remotos que o homem busca formas mais precisas para medir tudo que está a sua volta. Do astrónomo ao jardineiro, as unidades de medida e a sua precisão afetam o nosso dia-a-dia e podemos dizer que praticamente necessitamos delas para viver.

Apesar de reconhecer a sua importância, não é todas as vezes que olho para o relógio e penso que naquele segundo que passou ocorreram 9.192.631.770 períodos da radiação correspondente à transição entre dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo de Césio 133.

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Tudo é relativo

Porto da Praia da Vitória - Ilha Terceira - Açores - PedalaçoresA notícia sobre o novo “Plano Integrado de Transportes dos Açores” (1) despertou-me para algo que já tinha pensado há tempos mas que ainda não tinha passado para o ‘papel’.

Chegar às ilhas dos Açores numa embarcação é algo tão natural como a existência das próprias ilhas, ou seja, desde o seu descobrimento pelos portugueses, ou antes (2), viajar de barco entre as ilhas faz parte do dia-a-dia da vida de todas as pessoas que vivem no nosso lindo arquipélago dos Açores. Historicamente, andamos a fazer isso há mais de 500 anos (3).

Apesar de não se saber bem ao certo quando é que os Açores foram descobertos, um facto parece ser transversal a todas as datas possíveis: foi pelo mar 🙂

Desde então, toda a história das ilhas foi tocada de certa forma por esta maravilha tecnológica (os barcos) que permitia, com o simples içar de uma vela, transportar pessoas e bens de uma ilha para outra, flutuando sobre as águas azuis do Atlântico. Continuar a ler

O Mestre Simão chegou a Horta para melhorar a mobilidade nas ilhas do Triângulo.
Será que tem um lugarzinho para as bicicletas ou será só para os carros mesmo? 🙂
(Como o Facebook acha o site do jornal Tribuna das Ilhas “inseguro” tivemos que improvisar)

Veja a reportagem no jornal Tribuna das Ilhas